Dimple
É aquela cavidade que fica logo abaixo do nó, criando duas leves pregas no corpo da gravata.
Parece bobagem, mas essa covinha faz toda a diferença. Muda o caimento da gravata,que fica mais curvada e imponente.
COMO FAZER
Pressione a região levemente na hora de finalizar o nó e dê uma puxadinha na gravata para cima.
A covinha deve ficar centralizada.Depois empurre o nó para cima e passe a mão por tráz da gravata, deixando-a levemente curvada para fora.
A Alma da Gravata (linha solta não é defeito)
Para manter o formato, a gravata tem uma coluna vertebral. É aquela linha solta atrás.
Se você cortá-la, sua gravata perde o prumo e fica imprestável.
Prendedor (vai que você precisa...)
Para um look moderno,use um prateado opaco e prenda-o 20 cm acima da ponta da gravata.
O melhor Jeito
A melhor forma de se guardar uma gravata, é guardá-la enrolada, assim, a gravata não perde sua forma.
O ideal é não lavar a gravata em máquina e nem esfrega-la , também não se passa uma gravata, porém, se for necessário passar, use um pano protetor.
Um Bom Conselho
Comprar uma gravata é questão de atitude e personalidade.
Quando você compra uma gravata nova, o aviso é: confie e use!!!
Você expressa sua personalidade e seu humor pela escolha da gravata.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Gravata
A gravata é uma tira de tecido, estreita e longa, que se usa em torno do pescoço e que é presa por um laço ou nó na parte da frente. Peça predominantemente do vestuário masculino.
O termo gravata deriva do francês "cravate", que por sua vez é uma corruptela de "croat", em referência aos croatas, que primeiro apresentaram a indumentária à sociedade parisiense.
O termo gravata deriva do francês "cravate", que por sua vez é uma corruptela de "croat", em referência aos croatas, que primeiro apresentaram a indumentária à sociedade parisiense.
Provavelmente, a primeira utilização de objetos de forma semelhantes às gravatas hoje conhecidas foram identificadas entre os egípcios. Arqueólogos identificaram em torno do pescoço de múmias egípcias uma espécie de amuleto conhecido como “Sangue de Ísis”. Esse objeto em ouro ou cerâmica possuía a forma de um cordão arrematado com um nó, cuja a função seria de proteger o finado dos “perigos da eternidade".
Outra possível origem da gravata remonta há milhares de anos, quando os guerreiros do imperador chinês Shih Huang Ti’s usavam uma cachecol com um nó em volta do pescoço como símbolo de status e de elite entre as tropas, de forma semelhante à gravata hoje conhecida.
Até uma época recente, imaginava-se que os romanos foram os pioneiros no uso da gravata como ilustra a famosa coluna de Trajano, em que pode ser visualizada ao nível do pescoço uma peça semelhante à gravata conhecida como focale. Acredita-se que este acessório tenha sido utilizado pelos oradores romanos com o objetivo de aquecer suas gargantas. Atribui-se a introdução da gravata aos soldados Croatas a serviço daFrança durante a guerra dos trinta anos. Os pedaços de tecidos, atados ao pescoço dos soldados com distintivos laços, teriam causado enorme alvoroço em toda a sociedade parisiense. Tal acessório era usado com distintivo militar pelos croatas, sendo de tecido rústico para os soldados e de algodão ou seda para os superiores.
Esses acontecimentos encontram-se no livro francês ''La Grande Historie de la Cravate'' (Flamarion, Paris, 1994), conforme a seguinte passagem:
“Por volta do ano 1635, cerca de seis mil soldados e cavaleiros vieram a Paris para dar suporte ao rei Luis XIV e o Cardeal Richelieu. Entre eles, estava um grande número de mercenários croatas. O traje tradicional destes soldados despertou interesse por causa dos cachecóis incomuns e pitorescos enlaçados em seu pescoço. Os cachecóis eram feitos de vários tecidos, variando de material grosseiro para soldados comuns a seda e algodão para oficiais”.
Os franceses, logo se encantaram com esse adereço elegante e desconhecido, que chamaram de cravat, que significa croata. O próprio rei Luis XIV ordenou que seu alfaiate particular criasse uma peça semelhante ao dos croatas e que a incorporasse aos trajes reais.
Existem dezenas, mas os mais conhecidos são sem dúvida o Nó de Windsor, o Meio-Windsor, o Nó Americano ("Four-in-Hand") e o Nó de Shelby, também conhecido com Nó de Pratt.
Os nós de gravata são invariavelmente executados com movimentos da ponta mais larga da gravata, partindo de uma posição inicial em que ambas as pontas ficam caídas ao longo do corpo, até um ponto que varia conforme o comprimento da gravata e a complexidade do nó desejado. Os nós mais usados iniciam-se com a costura da gravata voltada para dentro, mas existem alguns excelentes nós de gravata (como o Nó Ordinário e o Nó de Shelby (ou de Pratt)) que precisam ser iniciados com a costura exposta para fora.
Como fazer os nós em gravatas
Aline Santos: O Amor
Aline Santos: O Amor: As 13 Formas de Amar 1º Amor passageiro O amor passageiro seria aquele ...
O Amor
As 13 Formas de Amar
1º Amor passageiro
O amor passageiro seria aquele com caráter aventureiro de “fogo de palha” e o amor duradouro, ao contrário, seria estável, permanente.
Se refere ao curto tempo em que duas pessoas se relacionam, muitas vezes vivendo sentimentos enriquecedores para ambos, mas depois de um certo período de descobertas e crescimento mútuo, seguem caminhos opostos. Isto porque o convívio que teve um significado importante agora passa a não ser tão valorizado e existe então um desacordo de interesses e necessidades que justificam a separação.
1º Amor passageiro
O amor passageiro seria aquele com caráter aventureiro de “fogo de palha” e o amor duradouro, ao contrário, seria estável, permanente.
Se refere ao curto tempo em que duas pessoas se relacionam, muitas vezes vivendo sentimentos enriquecedores para ambos, mas depois de um certo período de descobertas e crescimento mútuo, seguem caminhos opostos. Isto porque o convívio que teve um significado importante agora passa a não ser tão valorizado e existe então um desacordo de interesses e necessidades que justificam a separação.
(questiono essa qualificação, pois só a duração não é capaz de medir a qualidade do amor)
2º Amor duradouro
O amor duradouro é aquele em que os parceiros permanecem longos anos juntos por motivos diversos; estes poderão ou não trazer a gratificação.
3º Amor esquizóide
Este tipo de amor é contraditório e desajustado. Ora ele é avassalador, ora indiferente. É como se ele obedecesse a lei do tudo ou nada, o que causa uma grande tensão no casal, isto é, tanto naquele que sente o amor, quanto quem o inspira.
Embora nos pareça um absurdo a conduta do amor esquizóide, para quem o sente é estranho, pois lhe falta a integração e a unidade de sua personalidade “que são indispensáveis para estabelecer uma vida mental coerente e para torná-lo capaz de compreender a magna empresa da convivência e a fusão psíquica com outro ser”
(como pode o esquizóide, que não se entende, viver bem com seu parceiro? Devido a isso, esse amor traz como conseqüência o drama, que pode ser uma ruptura brusca do amor no próprio esquizóide, ou faz com que a outra pessoa se canse da relação e tenha um esgotamento progressivo.)
4º Amor paranóide
Este amor cresce e se mostra exuberante. O amante facilmente conquista o ser amado que logo será transformado no ser objeto. Ele é “extremamente egocêntrico, imperialista e absorvente, logo se enche de ciúmes e exigências que torturam e inibem a quem o recebe: discussões freqüentes, violências e cenas injustificadas” .
(Uma pessoa que resiste a um amor assim, se coloca numa posição passiva e escravizada de seu amante. Este acredita que o outro está a mercê de seus caprichos, visto que sempre deseja algo que satisfaça os desejos do próprio eu. Essas exigências passam a ser constantes deixando seu par apenas como um acessório.
A pessoa que vive o amor paranóico exagera em suas fantasias, situações que estimulem sua agressividade, tornando o outro um injustiçado.) (isso me dá meda).
5ºAmor hipomaníaco
Este amor também é exuberante. É alegre, feliz, descontraído, atraente e baseado principalmente na raiz genital. O amante hipomaníaco tem pressa em viver o máximo de suas emoções com seu par, esgotá-la e logo trocar o par por outra pessoa, e assim, sucessivamente. Ele busca seu próprio prazer, a satisfação de suas necessidades de forma intensa, mas, não se envolve na relação, sendo esta rápida e superficial. Procura constantemente esgotar ao máximo sempre novas sensações e esquecê-las com muita facilidade.
6ºAmor pessimista ou melancólico
Ao contrário do amor hipomaníaco, este amor está revestido de medo e até de ressentimentos. Ele precisa de força e de desejos, pois o que ocorre é que suscita mais compaixão do que a paixão. O melancólico é pessimista, não consegue desfrutar dos prazeres da vida, é como se caminhasse para a morte. Ele próprio se condena e se encarrega de arrastar pesados fardos que exauri suas forças.
(posso entao aqui me referir ao amor compulsivo, que para LOPEZ, é primo irmão do melancólico e se caracteriza por ser melindroso e sensível. Extremamente ordenado em seus rituais, defensivo e controlador. Às vezes, ele demonstra ternura e esquisitices que são indicativos de uma hipersensibilidade doentia.
7ºAmor ansioso
É o amor que deseja com paixão e se angustia. Ele não tem equilíbrio ou meio-termo. Oscila entre dois extremos: de entusiasmo delirante da alegria ao desespero trágico, ao pavor. Isso através do desgosto, do medo, da preocupação, da dúvida, ou seja, tudo que envolve a ansiedade.
O amante não é capaz de desfrutar do amor normal, de sua serenidade, de ser correspondido, se caracteriza por decorrer do sofrimento, não conseguindo descansar e encontrar sossego. Isso caracteriza o drama do ansioso, pois faltam-lhes a objetividade e a lógica.
8ºAmor mortal
Este tipo de amor é alimentado pela raiz tânica; é pessimista, só pensa em abstrações. A pessoa que vive esse amor resume seu gozo em morrer, em sacrificar-se, em sofrer, renunciar a tudo o que possa ter o sentido de criação e vitalidade. Gosta de acumular obstáculos e dificuldades para cair vencido sobre eles e não vencê-los.
Essas pessoas escolhem o parceiro inválido e estranho, de um modo mais ou menos inconsciente elegem o objeto amoroso que seja menos indicado para retirar dele uma fonte de estímulo. “Essa eleição não é tanto por um impulso de caridade como por um desejo de acumular sofrimento no caminho, até o repouso eterno, que realmente é o fim ansiado: quanto pior se viva mais justificada está a morte”
9º Amor imperialista e tirânico
Este amor tem como característica o orgulho, é nutrido pela vaidade, torturado pelo ciúme. O dualismo entre os dois anseios, amar e ser amado não é relevante; a pessoa tem o desejo de ser obedecida e venerada.
“Todo o interesse demonstrado para destacar os valores pessoais do cônjuge resume-se no fato de que, quanto mais se faça valer a este, mais mérito tem sua submissão e sua devoção, sua conquista e sua rendição ante o ‘dono’ (ou dona) de seu amor”.
Esse tipo de amor se refere à demonstração de afeição exigida pelo amante a fim de submeter o outro à sua própria vontade. Uma frase que definiria bem o tipo apresentado é: “se queres que te ame... merecei”.
A pessoa que submete o outro, acredita que o merecimento de seu amor consiste em resistir à sua opressão. O opressor justifica a conduta de sua paixão.
O amor imperialista domina por igual os dois membros do par erótico, ou seja, crescentes lutas e desavenças resultam em ódio. O amor traz consigo o seu oposto que alarma poderosas energias capazes de eternizar o ser e ao mesmo tempo de anulá-lo definitivamente.
A exclusão recíproca caracteriza-se pela rápida mudança da ternura à crueldade, da exaltação à humilhação, do afeto ao rancor.
O autor esclarece que seria um erro que este caso se tratasse de um amor-próprio exagerado:
“as pessoas que vivem o amor absorvente e sádico são capazes de todos os ridículos, de rebaixarem-se e degradarem-se moralmente, de prejudicarem-se e perder a honra e a vida nesse cego afã de englobar e fagocitar, de um modo absoluto e completo, o ser que julgam amar”.
10ºAmor lúbrico
Corresponde ao amor sensual. Os amantes se envolvem a fim de satisfazerem os impulsos sexuais, nada mais além disso. Dedicam-se a descobrirem-se anatomicamente, aplicando a esse desejo manobras eficientes com o intuito de estimular e aumentar os gozos sensuais.
A serviço da provocação do orgasmo genital colocam em ação novas alternativas, como mudança de ambiente, as aparências e seqüência e intensidade dos preparativos. Isso ocorre sempre que existe uma ameaça de diminuição do desejo frente à repetição uniforme dos coitos. Nos intervalos forçados de repouso genital o casal se inaltratam e ignoram um ao outro.
“Se esse tipo de amor é igualmente sentido por ambos, pode durar bastante tempo, ainda que não alcance nível digno de consideração psicológica. Se somente é sentido por um dos componente do par, depressa cansará e enjoará do outro, que terá, entretanto, dificuldades para desfazer a união...”.
11ºAmor intelectual, criador
Este amor está sobre o dinamismo da colaboração, doação dos fins, metas e esforços complementares do par.
Na relação existe mais companheirismo e amizade de que um real intercâmbio erótico.“Quando ele se manifesta por igual nos dois componentes do par, estes se acham mais interessados em amar sua obra, que mesmo em se amarem” .
Visto que seus pensamentos estão mais próximos e o contato amoroso é colocado em segundo plano, esses casais muitas vezes podem se realizarem sexualmente com outras pessoas.
(esse tipo de relação onde cada qual poderá satisfazer sua libido com outros parceiros, supõe um amor dissociado, isto é, desintegrado. A desintegração sentimental poderia conduzir a graves perturbações familiares, mais sociais e éticas.
É mais compreensível e normal imaginar que os parceiros que se amam no plano intelectual sem terem que obter periódicas satisfações fisiológicas e se bastem no plano de suas simbólicas atividades.)
12ºAmor vaivém
O homem se interessa durante um período mais ou menos grande e atinge o máximo de seu amor enquanto a mulher “deixa-se querer”. Num certo momento o homem começa a perder o interesse e sentir-se atraído por outras imagens femininas. Ela percebe-se apaixonada, reage lançando-se à conquista, põe em ação suas artes de sedução a fim de alimentar a chama amorosa que viveu em um outro período.
Depois de passado algum tempo a mulher volta à rotina, sendo aquela que sempre foi: conservadora e tradicional. E agora é o homem que demonstra seu entusiasmo e seu arrependimento.
(quando um aperta, o outro afrouxa, e quando este exige, o outro cede, sem chegar a produzir-se o simultâneo desinteresse ou abatimento de ambos os cônjuges, nesse caso, estariam prontos a dar por encerrada a partida)
13ºAmor explosivo
“Esse tipo de amor decorre sobre a dupla raiz sádico-masoquista, isto é, sobre a raiz agressiva e a raiz tânica; quando domina a primeira em ambos os amantes, eles entram em franca peleja e podem chegar até a agressão física; quando domina a segunda, ao contrário, cada qual deseja sacrificar-se e escravizar-se ao outro”.
Podemos perceber a correspondência entre as fases de atração e repulsão violenta que se alternam em ambos os amantes.
Ocorrem disputas e reconciliações selvagens: na primeira fase há um amor enlouquecido e na segunda, há ódio enlouquecido. Em cada uma delas os motivos para um ou outro comportamento se encontra reciprocamente fixados em seus objetivos: ou de se tratarem com estima ou de se magoarem, sem intervalos “neutros”.
Os pólos de atração e repulsão se alternam em um certo ritmo e periodicidade. Usam de motivos externos (sem reais motivos...) como pretexto para desencadear a mudança das fases.
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